The Legend of Zelda: Ocarina of Time recebe nota 9,5 em review e impressiona com remake para Nintendo Switch 2
O remake de The Legend of Zelda: Ocarina of Time conquistou uma avaliação de 9,5/10 em análise publicada pelo Wccftech. A nova versão aposta em gráficos completamente reconstruídos, trilha sonora orquestral, cenas dubladas e melhorias na jogabilidade, preservando a essência de um dos jogos mais importantes da história da Nintendo.

O retorno de The Legend of Zelda: Ocarina of Time ao Nintendo Switch 2 está chamando a atenção pela maneira como a Nintendo decidiu atualizar um dos maiores clássicos dos videogames. Com lançamento marcado para 5 de novembro de 2026, o remake recebeu uma análise bastante positiva do Wccftech, que destacou a qualidade visual, as mudanças na apresentação da história e os ajustes realizados nas masmorras.
A publicação atribuiu nota 9,5 de 10 ao jogo, considerando que a nova versão consegue preservar a identidade da aventura original enquanto moderniza praticamente todos os aspectos técnicos. O resultado é uma experiência que mantém a estrutura conhecida pelos fãs, mas apresenta diferenças suficientes para surpreender até quem já terminou o jogo diversas vezes.
Uma aventura clássica reconstruída para uma nova geração
A história continua acompanhando Link, um jovem habitante da Floresta Kokiri que recebe a companhia da fada Navi após a Grande Árvore Deku perceber que uma ameaça está colocando a região em perigo.
Sua jornada começa com a missão de impedir os planos de Ganondorf, mas rapidamente ganha proporções muito maiores. Ao longo da aventura, Link precisa reunir as Pedras Espirituais, encontrar a Princesa Zelda e impedir que o vilão consiga controlar a Triforce.
Um dos elementos mais importantes de Ocarina of Time continua sendo a passagem do tempo. A transformação de Link de criança em adulto modifica completamente a atmosfera da aventura, introduzindo temas como perda, responsabilidade e amadurecimento.
Segundo a análise do Wccftech, o remake consegue valorizar ainda mais esses momentos. As cenas cinematográficas foram ampliadas, os personagens receberam dublagem e determinadas passagens ganharam maior impacto emocional.
O reencontro com personagens conhecidos e a despedida de Saria, por exemplo, foram mencionados como momentos especialmente marcantes.
Gráficos renovados e personagens com aparência de marionetes
Um dos maiores destaques do remake está na direção artística. A Nintendo decidiu abandonar completamente a apresentação visual do Nintendo 64 e reconstruir os ambientes e personagens com um nível de detalhes muito superior.
Um aspecto curioso é a aparência dos personagens secundários. A análise descreve o estilo visual como semelhante ao de marionetes, com rostos e texturas que lembram bonecos construídos artesanalmente.
A escolha dá personalidade ao universo de Hyrule e diferencia o remake de outras reconstruções que simplesmente procuram reproduzir um visual realista.
Os personagens principais também receberam atenção especial. Link, Zelda, Ganondorf e Saria apresentam modelos muito mais detalhados, com expressões faciais e animações que ajudam a transmitir melhor suas emoções.
As masmorras também passaram por uma transformação considerável. O Templo da Floresta ganhou uma atmosfera mais sombria, com neblina e aparência de uma mansão assombrada. Já o Templo da Água apresenta ambientes submersos com uma identidade visual muito mais definida.



Outro detalhe importante é que, segundo o review, o jogo consegue manter 60 FPS sem quedas perceptíveis durante a experiência testada.
Jogabilidade modernizada sem abandonar a fórmula original
A Nintendo também realizou alterações nos controles para adaptar Ocarina of Time aos padrões atuais.
Entre as principais mudanças estão:
Controle livre da câmera pelo analógico direito.
Botão dedicado para saltar.
Possibilidade de correr após iniciar uma rolagem.
Movimentação mais rápida e responsiva.
Combates com animações mais dinâmicas.
Melhorias na resposta dos ataques e movimentação dos inimigos.
O sistema de combate continua baseado na mecânica de travamento de alvos, que foi uma das grandes contribuições do Ocarina of Time original para os jogos de ação em 3D.
Em vez de adicionar sistemas modernos de defesa que poderiam descaracterizar a experiência, a Nintendo preferiu preservar os fundamentos conhecidos.
Entretanto, nem todas as alterações foram consideradas positivas. A organização dos atalhos de equipamentos recebeu críticas por causa da utilização de um menu horizontal para alternar determinados itens.
No Nintendo 64, os botões C permitiam acessar equipamentos rapidamente. No Switch 2, a distribuição dos comandos e o menu de seleção acabam tornando esse processo um pouco menos prático.



Masmorras foram modificadas e alguns desafios ficaram mais acessíveis
Uma das decisões mais interessantes do remake foi modificar determinados elementos das masmorras.
A Nintendo não se limitou a atualizar texturas e iluminação. Algumas salas, mapas e quebra-cabeças receberam alterações que podem surpreender até os jogadores mais experientes.
Segundo o Wccftech, diversas paredes que podem ser destruídas com bombas ficaram mais fáceis de identificar. Além disso, boa parte dos desafios que originalmente exigiam completar determinadas ações dentro de um limite de tempo deixou de possuir essa restrição.
A mudança pode gerar discussões entre os fãs mais antigos, especialmente aqueles que consideram a dificuldade original parte fundamental da experiência.
Entretanto, a avaliação considera que as alterações não prejudicam a essência dos quebra-cabeças. O Templo da Água, por exemplo, recebeu melhorias visuais que tornam suas diferentes áreas mais fáceis de reconhecer e navegar.
O objetivo parece ser reduzir momentos desnecessariamente frustrantes sem retirar a importância da exploração e da resolução de enigmas.
Hyrule recebeu novos detalhes e mudanças na exploração
Outro ponto que chamou a atenção na análise foi o mundo exterior às masmorras.
Embora o Campo de Hyrule não tenha as dimensões gigantescas encontradas em Breath of the Wild, o remake aproveita melhor seus espaços com novos pontos de referência e ambientes mais detalhados.
A Cidade do Castelo também foi reconstruída como um ambiente tridimensional completo, substituindo os antigos cenários pré-renderizados do Nintendo 64.
A sequência de infiltração no Castelo de Hyrule também passou por modificações, tornando a exploração diferente daquela encontrada no jogo original.
Essas mudanças ajudam a dar uma sensação de descoberta mesmo para quem conhece praticamente todos os caminhos da aventura.
Trilha sonora orquestral e duração da campanha
A música continua sendo um dos elementos mais importantes de Ocarina of Time. Para o remake, as composições clássicas receberam novos arranjos orquestrais.



As melodias conhecidas retornam com instrumentação mais elaborada, acompanhando melhor os momentos de tensão, exploração e emoção.
A duração também permanece relativamente enxuta quando comparada aos capítulos mais recentes da franquia.
De acordo com a análise, a campanha principal pode levar aproximadamente 20 horas para ser concluída. Jogadores que estejam conhecendo a aventura pela primeira vez podem precisar de cerca de 25 horas.
Já quem pretende encontrar itens opcionais, como pedaços de coração e Gold Skulltulas, pode chegar próximo de 30 horas.
Essa duração foi considerada positiva pelo veículo, principalmente porque evita prolongar artificialmente uma aventura que funciona muito bem com sua estrutura original.
Nota 9,5 destaca a qualidade do remake
O Wccftech atribuiu 9,5/10 ao remake de The Legend of Zelda: Ocarina of Time.
Entre os pontos positivos destacados estão:
Reconstrução visual impressionante de Hyrule.
Personagens com direção artística marcante.
Cenas cinematográficas mais emocionantes.
Jogabilidade mais fluida.
Masmorras cuidadosamente modificadas.
Trilha sonora orquestral.

Desempenho de 60 FPS na experiência analisada.
A principal ressalva envolve a redução da dificuldade de alguns desafios das masmorras.
Preço e lançamento no Brasil
O remake de The Legend of Zelda: Ocarina of Time será lançado em 5 de novembro de 2026, exclusivamente para Nintendo Switch 2.
A página oficial brasileira da Nintendo informa o preço de R$ 329,90 para a versão digital.
O jogo também terá suporte ao português brasileiro, permitindo que os jogadores aproveitem a aventura no idioma.
Entre os recursos adicionais estão compatibilidade com amiibo e integração com o aplicativo Nintendo Switch, incluindo funcionalidades relacionadas à experiência com a Ocarina.
Conclusão
O remake de The Legend of Zelda: Ocarina of Time parece ter conseguido superar um dos maiores desafios que uma reconstrução desse tipo poderia enfrentar: atualizar um clássico sem perder aquilo que o tornou especial.
As melhorias visuais, a trilha sonora orquestral, as cenas dubladas e os ajustes na jogabilidade demonstram uma preocupação em adaptar a aventura aos padrões atuais.
As modificações nas masmorras podem não agradar a todos, principalmente aos jogadores que preferem a dificuldade original, mas a avaliação do Wccftech indica que essas mudanças não comprometem a estrutura da campanha.
Com nota 9,5/10, o remake chega com expectativas elevadas e tem potencial para apresentar a jornada de Link a uma nova geração de jogadores, além de oferecer motivos para os veteranos retornarem a Hyrule.
Fontes
O que achou da notícia?
0 reaçõesLEIA TAMBÉM
#NOTíCIAS
Valve explica por que a nova Steam Machine não terá jogos exclusivos: "Restringir onde as pessoas jogam não funciona"
#NOTíCIAS
State of Play de setembro de 2026: veja tudo o que foi anunciado pela Sony
#NOTíCIAS
Crise na Bungie: Equipe de cinemáticas teria sido dissolvida em meio a reestruturação
💬 Fórum da Comunidade 0
Ninguém comentou ainda.