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Final Fantasy Resonance conquista média de 85 pontos e é elogiado por resgatar os RPGs clássicos

Final Fantasy Resonance está conquistando a crítica especializada antes de seu lançamento em 22 de outubro de 2026. O novo RPG da Square Enix aposta em combates por turnos, gráficos HD-2D e referências aos clássicos da franquia, recebendo elogios pela jogabilidade e pela atmosfera nostálgica.

Por Redfield | 21 out de 2026 às 15:07 | ⏱️ 9 min de leitura

A Square Enix está prestes a lançar um RPG que promete agradar especialmente aos fãs da era clássica de Final Fantasy. Desenvolvido em parceria com a Lancarse, Final Fantasy Resonance recebeu suas primeiras análises em 20 de outubro de 2026 e vem conquistando uma recepção bastante favorável da imprensa especializada.

O jogo recupera características que marcaram a franquia durante os anos 1990, incluindo batalhas por turnos, exploração de cidades e masmorras, cristais, aeronaves e personagens com habilidades especiais.

A principal diferença está na apresentação visual. Resonance utiliza a tecnologia HD-2D, que combina personagens pixelizados, cenários tridimensionais e iluminação moderna, criando uma estética semelhante à de jogos como Octopath Traveler.

As avaliações elogiam principalmente o sistema de combate, as opções de personalização e a maneira como a Square Enix modernizou a experiência sem abandonar suas origens.

Entretanto, nem todos os aspectos foram recebidos com o mesmo entusiasmo. Algumas análises apontam problemas relacionados ao ritmo da campanha, à simplicidade das masmorras e à estrutura narrativa herdada de Final Fantasy Brave Exvius.

Final Fantasy Resonance recebe notas positivas da imprensa

A recepção inicial do jogo ficou próxima de 85 pontos nos principais agregadores de análises, de acordo com os levantamentos publicados durante o encerramento do embargo.

Entre os veículos que avaliaram a produção estão IGN, Game Informer, Nintendo Life, GamesRadar+, VGC e Eurogamer.

A análise do Game Informer destacou a profundidade das opções de personalização e a maneira como o jogo consegue transformar uma antiga experiência mobile em um RPG completo para consoles.

O Nintendo Life atribuiu nota 8/10, ressaltando a recuperação do estilo tradicional da franquia, embora tenha considerado a história menos interessante do que alguns dos capítulos clássicos.

Já o VGC concedeu nota 3/5, equivalente a 6/10, apontando que o título ainda apresenta limitações associadas às suas origens.

A diferença entre as avaliações demonstra que Resonance é especialmente atraente para fãs de RPGs tradicionais, mas pode não conquistar quem espera uma grande revolução no gênero.

Combates por turnos são um dos maiores destaques

Um dos pontos mais elogiados é o sistema de combate.

Diferentemente de Final Fantasy XVI, que adotou uma estrutura baseada em ação, Final Fantasy Resonance recupera a escolha de comandos e a estratégia como fundamentos das batalhas.

Durante os confrontos, os jogadores controlam diferentes personagens e selecionam ataques, magias, itens e habilidades especiais.

A ordem das ações é apresentada em uma linha do tempo, permitindo antecipar movimentos dos inimigos e organizar estratégias.

Outro elemento importante é o sistema de Stagger, que permite enfraquecer temporariamente as defesas dos adversários.

Ao explorar vulnerabilidades elementais, os jogadores podem quebrar a resistência dos inimigos, criando oportunidades para ataques mais poderosos.

O sistema também inclui golpes especiais conhecidos como Resonance, que apresentam animações elaboradas e podem alterar o andamento de confrontos difíceis.

Essas mecânicas foram destacadas positivamente em análises publicadas pelo Windows Central e GamesRadar+.

Visual HD-2D recupera a identidade dos clássicos

A apresentação gráfica também está entre os aspectos mais celebrados.

O jogo utiliza personagens com aparência de sprites tradicionais, combinados com cenários tridimensionais e iluminação moderna.

O resultado recupera elementos visuais de Final Fantasy IV, V e VI, mas apresenta ambientes com maior profundidade e efeitos de iluminação.

Durante a exploração, os jogadores encontram cidades, castelos, cavernas e florestas que aproveitam essa combinação de elementos 2D e 3D.

As batalhas também utilizam ângulos cinematográficos para destacar magias e ataques especiais.

Segundo a análise do The Verge, a direção artística contribui para transmitir uma sensação nostálgica sem impedir que a aventura utilize melhorias modernas de jogabilidade.

Outros recursos incluem viagens rápidas e opções para ajustar a velocidade dos combates.

História adapta Final Fantasy Brave Exvius

Embora seja apresentado como uma nova produção para consoles e PC, Final Fantasy Resonance possui ligação direta com um título lançado anteriormente para dispositivos móveis.

A campanha é uma releitura do primeiro arco de Final Fantasy Brave Exvius, RPG que encerrou suas operações após vários anos.

A Square Enix reconstruiu a aventura para funcionar como um jogo tradicional, removendo a estrutura de monetização por gacha.

A história acompanha Rain e Lasswell, dois cavaleiros do reino de Grandshelt que precisam proteger cristais ameaçados por forças misteriosas.

Durante a jornada, eles conhecem Fina, uma jovem que desempenha um papel fundamental nos acontecimentos.

A aventura recupera temas tradicionais da franquia, incluindo amizade, conflitos entre reinos e poderes capazes de alterar o equilíbrio do mundo.

Entretanto, algumas análises consideraram o enredo previsível e apontaram problemas de ritmo.

Mesmo assim, os personagens e a atmosfera clássica estão entre os aspectos que mais agradaram aos jogadores interessados nessa proposta.

Sistema Visions permite utilizar heróis clássicos de Final Fantasy

Outro destaque importante é o sistema Visions, que permite equipar manifestações de personagens conhecidos da franquia.

Heróis como Cloud, de Final Fantasy VII, e Terra, de Final Fantasy VI, aparecem representados por habilidades que podem fortalecer a equipe durante os combates.

As Visions acrescentam possibilidades de personalização e permitem desenvolver estratégias diferentes para enfrentar inimigos mais poderosos.

Uma das mudanças mais importantes em relação ao jogo mobile original está na forma de obter esses recursos.

Em Final Fantasy Resonance, a Square Enix removeu o sistema de gacha e reconstruiu a progressão para que as habilidades sejam obtidas por meio das atividades do próprio jogo.

Isso transforma a experiência em um RPG tradicional, sem depender de sorteios pagos para fortalecer os personagens.

A decisão recebeu elogios de veículos como Game Informer e GamesRadar+, especialmente por permitir maior liberdade na montagem das equipes.

Visual HD-2D é um dos principais atrativos

A direção artística está entre os elementos mais elogiados do título.

O jogo utiliza cenários tridimensionais detalhados, iluminação moderna e personagens que preservam a aparência de sprites tradicionais.

Essa combinação permite criar cidades, castelos, templos e paisagens que lembram os capítulos clássicos da franquia, mas com mais profundidade visual.

As batalhas também aproveitam ângulos dinâmicos, efeitos especiais e animações elaboradas.

A proposta é especialmente interessante para jogadores que acompanharam Final Fantasy IV, V e VI, quando os personagens eram apresentados em pixel art.

Ao mesmo tempo, Resonance incorpora funcionalidades modernas, como deslocamento rápido pelo mapa e opções para acelerar os combates.

Nem todas as avaliações foram positivas

Apesar dos elogios, Final Fantasy Resonance apresenta características que dividiram os críticos.

O VGC concedeu nota 3/5, equivalente a 6/10, destacando que a experiência ainda apresenta limitações relacionadas às suas origens mobile.

A estrutura de algumas masmorras foi considerada simples, enquanto determinados confrontos podem se tornar repetitivos ao longo da campanha.

Outra crítica envolve a narrativa, que utiliza temas tradicionais da franquia, mas nem sempre apresenta acontecimentos surpreendentes.

Por outro lado, a análise do Windows Central destacou a profundidade do sistema de combate, a trilha sonora e o trabalho de adaptação da história.

Essa diferença mostra que Resonance pode agradar principalmente aos jogadores que procuram uma experiência clássica, enquanto quem espera uma grande inovação poderá sentir falta de novidades.

Demonstração gratuita permite experimentar o RPG

A Square Enix também disponibilizou uma demonstração gratuita de Final Fantasy Resonance.

A demo permite conhecer o começo da campanha, experimentar o sistema de combate e acompanhar os primeiros acontecimentos envolvendo Rain e Lasswell.

O progresso pode ser transferido para a versão completa, permitindo continuar a aventura depois da compra.

Para quem ainda está em dúvida sobre a proposta, essa é uma oportunidade de experimentar o estilo HD-2D e verificar se o sistema por turnos atende às expectativas.

Final Fantasy Resonance chega em 22 de outubro

Final Fantasy Resonance será lançado em 22 de outubro de 2026, com versões para PlayStation 5, Xbox Series X|S, Nintendo Switch, Nintendo Switch 2 e PC.

A recepção inicial mostra que a Square Enix conseguiu recuperar características valorizadas por fãs dos RPGs japoneses clássicos.

Os elogios se concentram nos combates estratégicos, na direção artística e nas opções de personalização oferecidas pelo sistema Visions.

Embora a narrativa e a simplicidade de algumas áreas tenham dividido opiniões, o resultado das primeiras análises é positivo.

Para os jogadores que sentem falta dos antigos Final Fantasy baseados em turnos, Resonance surge como uma das estreias mais interessantes de outubro.

A repercussão também demonstra que a franquia pode continuar explorando diferentes estilos, alternando produções de ação com experiências mais próximas de suas origens.

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